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O Problema#
Quando falamos de gerar código com LLMs em ambientes corporativos, a pergunta central não é “funciona?” — é “funciona dentro do padrão?”.
O Experimento#
No meu TCC pela USP/ICMC, comparei duas abordagens:
- RAG + Few-shots: Código gerado seguindo padrões extraídos da base existente
- Vibe Coding: Código gerado com prompts genéricos
O Resultado#
- RAG: 90% de conformidade com padrões corporativos
- Vibe Coding: ~0% de conformidade
Conclusão#
A orquestração humana importa. O modelo é a ferramenta, não o arquiteto.
Este post faz parte da série IA Responsável.